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	<description>Blog de Nei Van Soria</description>
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		<title>Um Cara Comum</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 12:04:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá Pessoal!
Faz um bom tempo que não passo por aqui prá dar notícias prá vocês ou prá compartilhar alguns dos meus delírios&#8230;
Bem, mas, agora, tenho novidades prá contar! Comecei a gravar meu novo disco de estúdio: Um Cara Comum.
Este novo trabalho será recheado de canções feitas ao longo dos últimos anos. Algumas feitas logo depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal!<br />
Faz um bom tempo que não passo por aqui prá dar notícias prá vocês ou prá compartilhar alguns dos meus delírios&#8230;<br />
Bem, mas, agora, tenho novidades prá contar! Comecei a gravar meu novo disco de estúdio: Um Cara Comum.<br />
Este novo trabalho será recheado de canções feitas ao longo dos últimos anos. Algumas feitas logo depois do lançamento do Mundo Perfeito. E como havia o projeto do DVD, depois do MP, pude compor com tranquilidade e mergulhar no conceito do que pretendo apresentar prá vocês, em breve!<br />
Um Cara Comum falará por si&#8230; as letras são como um espelho prá quem ouve e permite que elas permeiem a intimidade de cada um. A música terá uma unidade clara nos moldes do álbum Cidade Grande.<br />
É muito difícil descrever sentimentos, por isso, prá ajudar, existem as músicas&#8230; não tenho a menor pretensão de querer traduzir neste post o que será o disco&#8230; quero apenas dividir o quanto estou feliz e excitado com esse novo projeto!<br />
Fiz o convite para alguns amigos participarem das gravações de Um Cara Comum. No encontro mais recente que tive com o Herbert, Bi e João, fiz o convite prá que eles gravassem uma canção. Os Paralamas toparam! Agora, trata-se de uma questão de agendas&#8230; penso que dará tudo certo! Outra participação, particularmente, especial será a do Charly Garcia. Liguei prá ele há algumas semanas prá fazer o convite e ele disse que tá dentro! Temos apenas que conciliar as agendas! Fernando Samalea, outro amigo argentino, que fez um show comigo no final do ano passado no SESC, está vindo nos próximos dias para gravar as baterias, assim como já tinha feito em parte do Avalon e O Dia + Feliz&#8230;<br />
Outras participações acontecerão&#8230;<br />
Em paralelo às gravações do disco, começamos os trabalhos para fazer vídeos das músicas e prepará-los para que sejam lançados simultaneamente, ou antes, até, do disco! Muitas ideias na cabeça!!!<br />
E, claro, em 2012 pretendo fazer muitos shows! Voltar a lugares que já fui, desbravar novos e reencontrar todos vocês que curtem a música que faço!<br />
Um Cara Comum está na área!<br />
Bjs<br />
nvs</p>
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		<title>Poema Desconhecido</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 18:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, Pessoal.
Poema Desconhecido é uma das canções que estará no meu próximo disco, Um Cara Comum.
A letra está aí embaixo&#8230;.a música à caminho!
bjs,
nvs

Poema Desconhecido


Às vezes, é difícil acreditar
Que acordar cedo basta pra deus te ajudar
Você pode perguntar a um amigo
Ou mesmo a um estranho que ele te revelará
Como uma citação de um poema desconhecido
Que mudou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Pessoal.</p>
<p>Poema Desconhecido é uma das canções que estará no meu próximo disco, Um Cara Comum.</p>
<p>A letra está aí embaixo&#8230;.a música à caminho!</p>
<p>bjs,</p>
<p>nvs</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><strong>Poema Desconhecido</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>Às vezes, é difícil acreditar</p>
<p>Que acordar cedo basta pra deus te ajudar</p>
<p>Você pode perguntar a um amigo</p>
<p>Ou mesmo a um estranho que ele te revelará</p>
<p>Como uma citação de um poema desconhecido</p>
<p>Que mudou minha opinião</p>
<p>Sobre tudo que eu pensava saber</p>
<p>Em especial, sobre o amor</p>
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		<title>Revoluções a Caminho!</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 13:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Revoluções a Caminho!
O ano de 2012 inicia com algumas revoluções a caminho.
Duas delas, em particular, me dão a impressão de que trarão benefício a todos e, numa escala global, com o desenvolvimento tecnológico que têm embutido em seu funcionamento, poderão, realmente, contribuir pra uma melhoria na qualidade de vida de cada um de nós!
Consigo imaginar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Revoluções a Caminho!</p>
<p>O ano de 2012 inicia com algumas revoluções a caminho.</p>
<p>Duas delas, em particular, me dão a impressão de que trarão benefício a todos e, numa escala global, com o desenvolvimento tecnológico que têm embutido em seu funcionamento, poderão, realmente, contribuir pra uma melhoria na qualidade de vida de cada um de nós!</p>
<p>Consigo imaginar as possibilidades de interação dessas duas revoluções, já em curso!</p>
<p>A primeira revolução, em andamento, diz respeito ao abastecimento de comida nos grandes centros urbanos. Essa tendência traz um enorme ganho de produtividade e qualidade na cadeia de abastecimento de alimentos frescos. Fazendas urbanas, em terraços, prédios desocupados e depósitos antigos são realidade em alguns projetos piloto nos Estados Unidos e Europa.</p>
<p>Essa proposta consiste, basicamente, em utilizar espaços ociosos nos centros urbanos para produzir alimentos frescos como legumes, temperos e frutas na vizinhança de onde são consumidos, senão nos próprios lugares onde são comercializados. Há um supermercado, em Londres, que produz, no seu terraço, boa parte dos alimentos frescos que vende na sua loja, no térreo.</p>
<p>A economia feita no transporte, armazenagem, embalagem e mão de obra do processo, garante um ganho importante! Esse ganho não se restringe ao aspecto financeiro, pois, projetos como este, estão associados à educação ambiental e alimentar da comunidade.</p>
<p>Há outro ganho que está relacionado à regulagem da relação produção/demanda que, numa esfera comunitária, tem a capacidade de adequar-se muito rapidamente, minimizando prejuízos e desperdícios.</p>
<p>Hidroponia, gotejamento e outras técnicas de cultivo possibilitam produzir de forma robusta, em espaços controlados e relativamente pequenos, safras sadias sem o uso de agrotóxicos, pois o controle de pragas fica, efetivamente, controlado em ambientes como galpões e prédios desocupados.</p>
<p>Se você refletir à respeito, encontrará vantagens enormes em iniciativas como esta.</p>
<p>Que tal juntar-se à essa revolução silenciosa cultivando algo na sua floreira, sacada, jardim ou pátio?</p>
<p>A segunda revolução, surpreendente e tecnológica, diz respeito à impressão 3D.</p>
<p>A impressão 3D consiste em impressoras que imprimem ou, melhor dizendo, constroem objetos a partir de um modelo virtual no computador.</p>
<p>Imagine que você precisa de uma tampa pro seu liquidificador que quebrou quando caiu no chão. Você entra no site do fabricante do liquidificador e, por alguns centavos, você compra o arquivo com o detalhamento que permite “imprimir” uma nova tampa.</p>
<p>Isso é possível?</p>
<p>Sim, já está acontecendo!</p>
<p>Impressoras pequenas, análogas às que temos hoje em casa e no escritório para imprimir, em folhas de papel, letras que surgem de um bico ejetor de tinta, farão o trabalho de imprimir objetos em 3 dimensões que serão ejetados, camada por camada, de bicos que cospem uma mistura de resina, catalisador e algum outro material sintético necessário para o objeto a ser impresso.</p>
<p>Você dará o mesmo comando que você dá hoje, quando quer imprimir uma letra de música, por exemplo, para imprimir uma nova tampa para o seu liquidificador! Que tal?</p>
<p>Eu achei isso fantástico! E vejo a revolução que isso causará em, absolutamente, todos os aspectos materiais da nossa vida cotidiana.</p>
<p>Agora, imagine uma impressora que pudesse imprimir comida!</p>
<p>A “tinta” que seria colocada na impressora seria composta de nutrientes e elementos que formariam uma maçã! Ou uma fatia de melancia ou pão! Claro que, inicialmente, as maçãs poderiam ter um gosto ou aspecto um pouco estranhos, se comparadas às “naturais”. Mas, com o avanço tecnológico, essa diferença se tornará mais sutil.</p>
<p>Cada uma destas revoluções trará, individualmente, uma contribuição importante para a nossa vida. A junção delas poderá trazer ganhos na qualidade de vida que nos ajudarão a chegar aos 110, 120 anos fazendo rock!</p>
<p>Que as revoluções de 2012 sejam boas e perenes! Que qualifiquem nossa vida tornando-a longa e saudável!</p>
<p>Feliz ’12!</p>
<p>nvs</p>
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		<title>O Índio</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 20:17:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Índio
O índio pegou sua única lança e atirou-a sobre o inimigo.
Pegou seu arco e continuou defendendo-se e atacando até que a última flecha voasse e, implacavelmente, atirou o próprio arco!
Sem mais suas armas tradicionais, o índio pegou todas as pedras que pôde achar ao seu redor e continuou combatendo, sem esmorecer.
Quando todas as pedras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Índio</p>
<p>O índio pegou sua única lança e atirou-a sobre o inimigo.</p>
<p>Pegou seu arco e continuou defendendo-se e atacando até que a última flecha voasse e, implacavelmente, atirou o próprio arco!</p>
<p>Sem mais suas armas tradicionais, o índio pegou todas as pedras que pôde achar ao seu redor e continuou combatendo, sem esmorecer.</p>
<p>Quando todas as pedras foram atiradas, o índio atirou-se sobre o inimigo, sem piedade, nem medo. Enfrentou o seu destino e combateu sem economizar suas forças!</p>
<p>A batalha do índio ainda não terminou. Ainda que sem armas e combatendo corpo a corpo com o inimigo incansável, o índio não desistiu do combate e seguirá assim até que escute o chamado para encerrar sua batalha da vida.</p>
<p>Em 2012, deixe seu índio batalhar pela sua vida. Não deixe que ele fraqueje, mesmo que você se sinta desarmado e sozinho. Seja implacável e intolerante com a acomodação, a ignorância e a estupidez.</p>
<p>Em 2012 solte seu índio e seja feliz!</p>
<p>Feliz 2012!</p>
<p style="text-align: left;">nvs</p>
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		<title>Natal Remake</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:49:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi, Pessoal!
O natal se repete a cada ano e, pensando nisso, resolvi repetir um post que fiz em 2007. Acho que ainda é bastante atual!
O nome original deste post é &#8220;Natal, Tempo de Não Desejo&#8221;.
Abaixo, a integra do post original!
bjs e tenham um natal feliz!
nvs
&#8220;Oi, Pessoal.
Hoje é véspera de natal. A ceia feita em família [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Pessoal!</p>
<p>O natal se repete a cada ano e, pensando nisso, resolvi repetir um post que fiz em 2007. Acho que ainda é bastante atual!</p>
<p>O nome original deste post é &#8220;Natal, Tempo de Não Desejo&#8221;.</p>
<p>Abaixo, a integra do post original!</p>
<p>bjs e tenham um natal feliz!</p>
<p>nvs</p>
<p>&#8220;Oi, Pessoal.<br />
Hoje é véspera de natal. A ceia feita em família ou com amigos próximos é sempre um momento de muitos desejos. Desejos de dias melhores, de saúde, de amor. Momento, também, de reflexão que ocorre no meio da correria de final de ano quando todos estão “enlouquecidos” com idas prá praia, compra de presentes, férias…enfim, tudo isso que vocês já sabem e estão passando por estes dias!<br />
Nesse espírito natalino, que se impõe a todos, minha reflexão tem sido sobre a natureza dos desejos que fazemos nessa época e as consequências destes sobre nossas vidas. Enquanto mergulhava nos meus pensamentos, uma constatação martelava minha cabeça: muita gente diz que não gosta desse período de final de ano, natal e festas pois ficam frustrados e tristes. Por que será que isso acontece quando deseja-se justamento o contrário?<br />
As coisas começaram a se encaixar, aos poucos, na minha cabeça. Se eu desejo, por exemplo, comprar uma guitarra nova e não consigo, por uma série de fatores que tenham ocorrido, fico frustrado; se quero trocar de carro e não dá, por algum imprevisto, fico triste; se fico a fim de uma menina e ela não aceita o meu convite prá sair, aí é o fim, está tudo arruinado!! Há milhares de exemplos, tanto no campo material, quanto sentimental. No material é mais fácil “medir” as frustrações e tristezas; no sentimental, a régua tem outra medida e, em geral, é bem maior.<br />
Seguindo minha reflexão, que tinha por objetivo ser a base de uma mensagem de natal aqui no blog, cheguei a pensar em pular esse “post natalino” e simplesmente seguir adiante. Mas resolvi dividir com vocês esse pensamento prá poder, também, saber o que vocês pensam e acham dessa época. Não seria “mais leve” se não desejassemos tanto e, ao invés disso, simplesmente fizessemos as coisas na medida em que elas vão se apresentado prá gente!?<br />
Por isso, nesse natal, eu não desejo. Não desejo os desejos de vocês aos seus parentes e amigos e espero, sinceramente, que esse meu não desejo dos desejos de vocês aconteça, porque aí, sem desejos e sem as frustrações e tristezas que acompanham estes desejos, poderemos, todos, ter um feliz natal!!<br />
Hohohoho!<br />
Tenham um natal feliz!<br />
bjs,<br />
nvs&#8221;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dias de Solidão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 13:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá Pessoal!
Dia 10 de dezembro farei um show no SESC de Porto Alegre. Além de mim, Fernando Samalea, um grande baterista argentino e que tem um trabalho bacana de bandoneon, estará apresentando algumas músicas, justamente, ao bandoneon!
Eu resolvi apresentar uma canção inédita nesse show. Não tenho o hábito de tocar músicas novas antes do lançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Pessoal!</p>
<p>Dia 10 de dezembro farei um show no SESC de Porto Alegre. Além de mim, Fernando Samalea, um grande baterista argentino e que tem um trabalho bacana de bandoneon, estará apresentando algumas músicas, justamente, ao bandoneon!</p>
<p>Eu resolvi apresentar uma canção inédita nesse show. Não tenho o hábito de tocar músicas novas antes do lançamento em disco&#8230;mas dessa vez tô com vontade de mostrar pra vocês uma das músicas que fará parte do universo do meu próximo disco, Um Cara Comum.</p>
<p>As gravações estão para começar e eu estou muito empolgado e contente com as novas composições! O trabalho gráfico que está em andamento trará este disco a um outro nível de acabamento e delicadeza conceitual, definindo com clareza o que entendo, vejo e faço na música.</p>
<p>Dias de Solidão é uma música triste, mas não melancólica. A melodia abre uma outra dimensão à letra. Esta música &#8211; música e letra &#8211; compõe uma nova etapa na minha carreira. E, sinceramente, espero que vocês gostem!</p>
<p>Transcrevo abaixo a letra para que vocês que irão ao meu show no dia 10 de dezembro, no SESC, de Porto Alegre, possam acompanhar e entrar em sintonia com essa nova canção!</p>
<p>Aí vai a letra:</p>
<p><strong>Dias de Solidão</strong></p>
<p style="text-align: left;">Enquanto os mosquitos</p>
<p style="text-align: left;">Roubam meu sono noturno</p>
<p style="text-align: left;">Fico pensando em tudo</p>
<p style="text-align: left;">O que ainda tenho que fazer</p>
<p style="text-align: left;">Mas num segundo</p>
<p style="text-align: left;">Eu desapareço no mundo dos sonhos</p>
<p style="text-align: left;">E, num sono profundo, logo descubro</p>
<p style="text-align: left;">Como te encontrar</p>
<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><em>Nos dias de chuva, nos dias de solidão</em></p>
<p><em>Você sempre escuta a batida do meu coração</em></p>
<p style="text-align: left;">Olhando ao longe</p>
<p style="text-align: left;">Vejo figuras minúsculas</p>
<p style="text-align: left;">São gigantes distantes</p>
<p style="text-align: left;">A uma distância segura</p>
<p style="text-align: left;">Tento me aproximar</p>
<p style="text-align: left;">Sem ser visto, sem chamar a atenção</p>
<p style="text-align: left;">Sigo a minha busca</p>
<p style="text-align: left;">Sem saber qual é a direção</p>
<p style="text-align: left;">
<p><em>Nos dias de chuva, nos dias de solidão</em></p>
<p><em>Você sempre escuta a batida do meu coração</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Nos dias de chuva, nos dias de solidão</em></p>
<p><em>Você sempre pergunta por quem bate o seu coração</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p><em>Nos dias de chuva, nos dias de solidão</em></p>
<p><em>Você sempre pergunta por quem bate o meu coração</em></p>
<p>bjs,</p>
<p>nvs</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Amor de Mais, Amor de Menos</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 19:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Amor de Mais, Amor de Menos
Ao longo dessa semana, falei com algumas pessoas e, quase por acaso, constatei uma ocorrência comum nas relações. É uma constatação do óbvio, uma constatação de algo que não poderia ser diferente, apesar da eterna busca do racional humano pela simetria!
Numa relação sempre haverá alguém que ama mais e outro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amor de Mais, Amor de Menos</p>
<p>Ao longo dessa semana, falei com algumas pessoas e, quase por acaso, constatei uma ocorrência comum nas relações. É uma constatação do óbvio, uma constatação de algo que não poderia ser diferente, apesar da eterna busca do racional humano pela simetria!</p>
<p>Numa relação sempre haverá alguém que ama mais e outro que ama menos. Essa “diferença de amor” é crucial! Sem essa diferença, qualquer pequeno evento seria catastrófico numa relação. Qualquer pequeno evento jogaria essa relação num ponto de ruptura!</p>
<p>Essa diferença já pressupõe que, apesar do sentimento amoroso, existe um constante desequilíbrio que deve ser compreendido, compensado e virar matéria de base para o aprimoramento da relação! É a constância do desequilíbrio que faz a relação existir, por mais paradoxal que pareça!</p>
<p>Se uma relação é perfeitamente equilibrada, deixa de existir! Pois não haverá troca, não haverá compensações, nem problemas a serem resolvidos! A relação desaparece!</p>
<p>O sentido de qualquer relação é resolver o “desequilíbrio de amor”. Por isso ele existe! O amor é um sentimento nutrido pela diferença sentida – “desequilíbrio de amor” &#8211; entre os que estão envolvidos numa relação. Pode ser entre pai e filho, filha e mãe, homem e mulher, entre amigos e até entre homem e animal! É evidente que entre um animal racional e um irracional já entramos no campo da fábula e da alegoria, mas, vá lá, sejamos tolerantes!</p>
<p>Dava pra viajar mais nesse tema e explorar exemplos dessa diferença, mas penso que é muito mais divertido cada um pensar nas suas histórias e relações e, assim, buscar ver, em cada uma, quem ama mais e quem ama menos. Ao invés de parecer, num primeiro momento, ser melhor ser mais amado do que amar mais, num segundo, pode parecer exatamente o oposto!</p>
<p>Você ama mais ou é mais amado?</p>
<p>Talvez nas relações, isoladamente, entre pares, esse “desequilíbrio de amor” seja mais evidente. Mas se pegarmos todas as relações nas quais estamos envolvidos, acho que esse “desequilíbrio de amor” se torna sutil! E essa sutileza é que nos dá ímpeto e nos mantem vivos!</p>
<p>Bjs,</p>
<p>nvs</p>
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		<item>
		<title>Cuidado Com o Que Você Não Gosta</title>
		<link>http://neivansoria.com/blognvs/?p=423</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 00:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidado Com o Que Você Não Gosta
De vez em quando, me pego lembrando algumas coisas que aconteceram e me fazem rir sozinho de mim mesmo!
Algumas vezes, refuguei ou deixei de lado coisas que, mais tarde, passei a amar! Normalmente, esse tipo de situação acontece com alimentos, roupas ou pessoas!
Lembro de um amigo ter me apresentado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidado Com o Que Você Não Gosta</p>
<p>De vez em quando, me pego lembrando algumas coisas que aconteceram e me fazem rir sozinho de mim mesmo!</p>
<p>Algumas vezes, refuguei ou deixei de lado coisas que, mais tarde, passei a amar! Normalmente, esse tipo de situação acontece com alimentos, roupas ou pessoas!</p>
<p>Lembro de um amigo ter me apresentado um tipo de pimenta e eu ter dito a ele que não era muito fã de pimenta&#8230; hoje, não vivo sem! Foi o mesmo com os espumantes!</p>
<p>Havia alguns conhecidos que jogavam golfe, há muitos anos atrás, e eu achava que era um esporte bobo e elitista&#8230; Por favor, enquanto eu puder caminhar, jamais me deixem sem o meu golfe!!!!!!!! Sou viciado confesso!</p>
<p>Uma coleguinha do Theo – uma garotinha adorável de 10 anos que é um doce de espoleta e diz que não gosta de mim – comprou uma calça vermelha e um tênis vermelho iguais aos que uso! Ri muito e tiro sarro dela desde que soube!! Os pais dela disseram a ela: Tu tá parecendo com o Nei, com essa calça e esse tênis! Ela mostra língua e disfarça! Ela diz que não gosta de mim, mas eu pisco o olho prá ela e ela ri&#8230;. super divertido!</p>
<p>Lembro de pessoas, lugares e situações que vivi e conheci e que refutava, num primeiro momento. Depois, passado um tempo, passava a adorar e amar, querendo incorporá-las a minha vida&#8230;</p>
<p>Tenho certeza que cada um de vocês têm uma história dessas para contar. Mas nunca esqueçam daquilo que vocês não gostam, pois vocês poderão estar diante do seu próximo grande amor!</p>
<p>Bjs,</p>
<p>nvs</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pessoas</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 18:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pessoas
Pensando sobre o modo como eu falo e, observando como os outros se expressam, vi saltar a diferença de como as pessoas – e eu também – se colocam no contexto que narram.
Mas sobre o que, exatamente, estou falando?
Eu estou falando sobre a maneira que alguns falam, enquanto agentes, enquanto sujeitos. Alguns na primeira pessoa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas</p>
<p>Pensando sobre o modo como eu falo e, observando como os outros se expressam, vi saltar a diferença de como as pessoas – e eu também – se colocam no contexto que narram.</p>
<p>Mas sobre o que, exatamente, estou falando?</p>
<p>Eu estou falando sobre a maneira que alguns falam, enquanto agentes, enquanto sujeitos. Alguns na primeira pessoa, outros na segunda e, boa parte, na terceira!</p>
<p>Por que isso acontece?</p>
<p>Foi o que fiquei pensando&#8230;</p>
<p>Logo lembrei o clássico caso do Pelé, que é sempre citado por falar dele mesmo na terceira pessoa! Ele é o caso escrachado, é a caricatura da inserção do próprio narrador/sujeito como alegoria aumentativa das gloriosas histórias onde “ele” está atuando!</p>
<p>Começando pela terceira pessoa, penso que, tirando os casos como o “d’ele” – Pelé -, o uso da terceira pessoa na narrativa é muito útil quando estamos narrando uma situação hipotética, investigativa, até! Uma situação onde verificamos as possibilidades sem comprometer o que de fato poderá acontecer.</p>
<p>Falando com um amigo, dia desses, ele me contava uma história assim, onde a terceira pessoa era o instrumento para deixar a narrativa descomprometida, caso fosse necessário. Era como uma saída de emergência, caso a interpretação da narrativa ocorresse de forma equivocada! Haveria sempre a possibilidade de descolar o “ele” do “eu” – a terceira pessoa da primeira! Dei-me conta disso e perguntei a ele se ele dava-se conta, também, de que o uso da terceira pessoa, naquela narrativa, era uma saída de emergência. Ele apenas riu&#8230;</p>
<p>Os que usam a narrativa na segunda pessoa, o fazem para confundir, de forma contundente, a história com o ouvinte, transformando em agente aquele que é mero espectador. Colocando na pele de quem viveu a história aquele que apenas a está ouvindo.</p>
<p>É claro que existe a narrativa na segunda pessoa, que não é artifício de linguagem, e que é feita por um narrador que salienta a pessoa à medida que se refere àquele para quem ele fala. Faz, assim, com que o agente seja, também, o ouvinte da própria história! Esse seria um uso “acadêmico” da segunda pessoa. Hein?!..rsrss.</p>
<p>Bem, mas dando sequência ao delírio: eu sou do grupo que usa, normalmente, a narrativa na primeira pessoa. Tenho a impressão de que quando narro usando o “eu”, comprometo-me com o que estou dizendo, não deixando margem do que quero dizer. No uso da primeira pessoa, não há saída de emergência, como na terceira pessoa. Nem há o envolvimento de alguém que não pertence à narrativa, originalmente, como na segunda.</p>
<p>Eu uso, algumas vezes, a mistura das três pessoas para fazer citações dentro do que estou narrando. Para exemplificar, com outras histórias na segunda ou terceira pessoa, a minha narrativa em primeira.</p>
<p>Por exemplo: é como se tu colocasse uma série de argumentos ilógicos sobre o que eu penso que estou escrevendo ou, ainda, se o presidente fosse discursar sobre esse assunto!:p</p>
<p>Entenderam? Eu, cada vez, menos&#8230;</p>
<p>Bjs e bom final de semana!</p>
<p>nvs</p>
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		<title>Farol das Ideias</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 14:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Farol das Ideias
Há algumas semanas atrás saí em uma viagem solitária à bordo do meu jipe com a parceria, apenas, da minha velha guitarra Hofner semi acústica e meus pensamentos.
O objetivo de contornar a Lagoa dos Patos, ao longo de 4 dias, tinha pouco sentido prático e servia, apenas, como pano de fundo para questões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Farol das Ideias</p>
<p>Há algumas semanas atrás saí em uma viagem solitária à bordo do meu jipe com a parceria, apenas, da minha velha guitarra Hofner semi acústica e meus pensamentos.</p>
<p>O objetivo de contornar a Lagoa dos Patos, ao longo de 4 dias, tinha pouco sentido prático e servia, apenas, como pano de fundo para questões mais introspectivas que trazia na bagagem.</p>
<p>As paisagens serenas e bucólicas de São Lourenço do Sul, Praia do Laranjal, São José do Norte, Tavares e Mostardas serviram de cenário para a minha busca.</p>
<p>A travessia de balsa, entre Rio Grande e São José do Norte, trouxe à memória um longínquo show que fiz, ainda no tempo do TNT, em SJN, e que lembro ter achado que aquele lugar deveria ser um dos mais isolados do mundo! Tão perto e tão longe! Lá se foram tantos anos e saí de lá com uma impressão muito diferente.</p>
<p>Em determinado momento da viagem, visualizei a possibilidade de visitar alguns dos faróis existentes na nossa costa, tanto doce quando salgada! Tracei meu rumo pela BR101, antiga estrada do inferno, até uma entrada para a praia, que cruza a Lagoa do Peixe e chega na beira da praia – Talhamar.</p>
<p>Antes, porém, de chegar na praia, tentei visitar o Farol Capão da Marca, mas o alagadiço que o cercava não me permitiu chegar a menos de 500 metros! Lembrem que eu estava sozinho e ficar atolado significaria o fim da minha expedição! Fiz uma foto distante e segui meu rumo&#8230;</p>
<p>Voltei à estrada e rumei norte para, depois de uma noite em Tavares, sair cedo e chegar na beira da praia. A péssima sinalização, prá não dizer inexistente, não impediu que eu encontrasse o acesso. Era cerca de 14 km, da BR101 até as dunas. Estava preparado para uma estrada lamacenta e com um pouco de água&#8230; mas o que encontrei foi muito diferente! Depois de rodar uns 3 ou 4 km, sob um nevoeiro denso e muita lama, vi a estrada entrar debaixo d’água, ficando demarcada, apenas, por uma cerca que corria paralela, nevoeiro adentro, até onde a vista alcançasse. Fiz uma foto e engatei a primeira marcha pensando que um pouco mais à frente essa “poça” daria lugar à estrada novamente. Bem, isso não aconteceu! Os 10 kms seguintes foram feitos em primeira marcha com cerca de 1 metro de água. O nevoeiro dava uma textura onírica àquela travessia. Era importante manter o foco e a calma.</p>
<p>Segui assim até o momento em que um pontilhão apareceu fora da linha da cerca. Ou seja, a cerca seguia reta e o pontilhão estava à minha direita, à 45°.</p>
<p>Deveria seguir a cerca ou o pontilhão?</p>
<p>Naquele momento não pareceu uma pergunta tão óbvia quanto parece agora! Mas, com calma, segui até o pontilhão e parei na cabeceira. Do outro lado, havia apenas uma coisa: água! A referência da cerca que havia me acompanhado nos últimos 10 km desaparecera e, simplesmente, restara eu, o jipe, o pontilhão e um tapete interminável de água!</p>
<p>Desci do jipe e fiquei cerca de uma hora observando o local, tentando adivinhar se, depois de cruzar o pontilhão, a estrada estaria ali ou teria sido levada pela água! Cruzei a pé e, por alguns instantes, quando o nevoeiro ficava menos denso, parecia enxergar o começo dos cômoros, a uns 100 metros. Fazia sentido! Devagar, cruzei com o jipe e parei na outra cabeceira do pontilhão. Desci, observei novamente, fiz uma ligação para uma pessoa do hotel onde eu havia dormido em Tavares para tentar uma dica, e segui, devagar e com cuidado, até que, depois de andar pelo caminho de água por uns 50 ou 60 metros, vi a areia surgir mais à frente. Não olhei pra trás e segui, sem parar, por mais uns 2 km até chegar, finalmente, à beira da praia! Foi emocionante! Estacionei no meio do nada e olhei ao redor. Fiquei feliz em estar num lugar tão desolado e sem ninguém. Apesar do desgaste psicológico da travessia da Lagoa do Peixe, podia sentir a energia daquele lugar recarregando minhas baterias!</p>
<p>Rumei pro norte, pela praia, na direção do Farol de Mostardas e lá descobri algo muito bonito e simples. Algo que me inspirou e deu o sentido, que estava perdido, à minha expedição. O Farol, com todos seus símbolos, iluminou minhas idéias, enriqueceu minha perspectiva e fortaleceu minhas convicções. O faroleiro fez uma foto minha, que é essa que vocês podem ver aqui, e segui meu caminho, sem passar pelo Farol da Solidão, pois não era o que eu buscava.</p>
<p><a href="http://neivansoria.com/blognvs/wp-content/uploads/2011/09/2011-07-24-10.22.13.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-406" title="2011-07-24 10.22.13" src="http://neivansoria.com/blognvs/wp-content/uploads/2011/09/2011-07-24-10.22.13-300x180.jpg" alt="Farol de Mostardas" width="300" height="180" /></a></p>
<p>Talvez eu nunca mais volte a estes lugares, talvez eu nunca mais suba os 164 degraus do Farol de Mostardas, talvez eu nunca mais encontre focas e pingüins pelo caminho. Mas esta aventura já está feita e é mais uma das histórias que eu tenho pra contar!</p>
<p>Um beijo!</p>
<p>nvs</p>
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